Os números mais recentes mostram que o roubo e furto de veículos continuam sendo um problema estrutural no Brasil: em 2024, foram mais de 344 mil ocorrências no país (cerca de 217 mil furtos e 126 mil roubos), segundo dados de empresas de rastreamento como Ituran e Tracker/Fecap.
A distribuição é bem desigual entre regiões — em janeiro, a região metropolitana do Rio de Janeiro registrou índice de 6,3% de veículos alvo de ocorrência, contra 2,9% em Curitiba. Nas áreas de maior risco, seguradoras já cobram prêmios significativamente mais altos ou, em alguns casos, recusam cobertura.
Se você mora ou circula com frequência em uma região com índice alto de roubo, isso pesa diretamente no preço — e às vezes na própria possibilidade — de contratar ou renovar um seguro auto.
Quem não sabe disso pode ser pego de surpresa num reajuste, ou perder tempo cotando em seguradoras que simplesmente não operam bem naquela região.
- Instale ou mantenha em dia um rastreador reconhecido pela seguradora.
- Compare cotações considerando não só o modelo do carro, mas o CEP de pernoite e de circulação.
- Pergunte à seguradora como o índice de roubo da sua região afeta o prêmio.
- Reavalie a cobertura sempre que mudar de endereço ou de rotina de uso do veículo.
A AMIGO trabalha com múltiplas seguradoras justamente para conseguir a melhor combinação de cobertura e preço para o perfil de risco de cada cliente — inclusive nas regiões mais desafiadoras. Regionalidade importa, e um bom corretor sabe onde cada seguradora é mais competitiva.
Quer saber se seu prêmio está compatível com o risco real da sua região, ou se vale a pena investir num rastreador para reduzir o custo? Fale com a AMIGO — a gente compara as opções e mostra onde dá para economizar sem abrir mão de proteção.
Falar com a AMIGOFontes consultadas
- InsurTalks - Roubo de veículos pressiona o seguro auto e desafia o cálculo de risco no Brasil. Publicação: 12/03/2026. Dados de 2024/2025 (Ituran, Tracker/Fecap, CNN Brasil, G1). Verificação: 19/08/2026.
Este conteúdo possui caráter informativo. Os números de roubo e furto citados são referentes a 2024 e ao início de 2025, com base em dados setoriais (não governamentais) — a situação pode variar por cidade e mudar ao longo do tempo.