O segmento de seguros de Pessoas — que inclui o seguro de vida — somou R$ 41,6 bilhões em prêmios no primeiro semestre de 2026, alta nominal de 10,29% (5,70% já descontada a inflação), segundo dados do setor divulgados pela Revista Apólice em setembro de 2026. As indenizações pagas também cresceram: R$ 8,9 bilhões no período, 7,9% a mais que no ano anterior, com destaque para o Vida Individual (indenizações 19,9% maiores) e para a cobertura de doenças graves, que teve alta de 19,2% em prêmios e 41,5% em indenizações pagas — sinal de que mais gente está recorrendo a essa proteção quando mais precisa dela.
Para Gustavo Zanon, CEO da Seguradora Seguralta, essa mudança reflete uma transformação na forma como o brasileiro enxerga o produto: "durante muito tempo, seguro de vida foi associado quase exclusivamente à morte. Essa percepção está mudando porque o consumidor começa a entender que estamos falando também de proteção financeira durante a vida. Uma doença grave, uma invalidez ou a impossibilidade de trabalhar por determinado período podem comprometer rapidamente a renda de uma família". Segundo ele, ao organizar as finanças, a maioria das famílias pensa em reserva de emergência, investimentos e aposentadoria, mas deixa de fora uma pergunta importante: "o que acontece com esse planejamento se a principal fonte de renda desaparecer ou ficar interrompida por meses? O seguro entra justamente nessa lacuna".
Ainda assim, o Brasil está longe de ser um país bem protegido nesse sentido: uma pesquisa da Fenaprevi (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados), de meados de 2026, mostra que 82% dos adultos brasileiros seguem sem nenhum seguro de vida contratado.
Quando a renda de uma família depende de uma única pessoa, uma doença grave, uma invalidez ou um falecimento pode comprometer da noite para o dia tudo o que vinha sendo planejado — financiamento da casa, educação dos filhos, aposentadoria. Sem seguro de vida, essa lacuna financeira cai inteira sobre quem fica.
Segundo Gustavo Zanon, o erro mais comum é contratar "olhando apenas para o preço mensal sem entender o que efetivamente está protegido" — e cada perfil tem uma necessidade diferente: "uma pessoa com filhos pequenos e responsável pela maior parte da renda familiar tem uma necessidade diferente de alguém solteiro ou de um profissional autônomo".
- Pense no seguro de vida como proteção de renda, não só como "seguro de morte" — avalie coberturas para doenças graves e invalidez, não apenas falecimento.
- Calcule o valor de cobertura a partir do que sua família precisaria para manter o padrão de vida se a sua renda desaparecesse por alguns meses ou de forma definitiva.
- Revise a cobertura sempre que a vida financeira muda — nascimento de filho, novo financiamento, mudança de renda.
- Não escolha só pelo preço da mensalidade: entenda exatamente o que está e o que não está coberto antes de contratar.
A AMIGO tem Seguro de Vida no portfólio de Outras Soluções e ajuda a entender qual tipo de cobertura faz sentido para o seu momento — solteiro, com filhos, autônomo ou empregado CLT mudam completamente a necessidade real de proteção. Não existe apólice padrão que sirva para todo mundo.
Nunca parou para calcular o que aconteceria com as contas da sua família se a sua renda parasse de repente? Fale com a AMIGO. A gente ajuda a montar uma proteção que faça sentido pro seu momento de vida, sem enrolação.
Falar com a AMIGOFontes consultadas
- Revista Apólice - Seguro de vida cresce 10,3% no primeiro semestre de 2026 - Revista Apólice - Seguro de vida cresce 10,3% no primeiro semestre de 2026. Dados do 1º semestre de 2026 e citações de Gustavo Zanon, CEO da Seguralta. Publicação: 08/09/2026.
- CQCS - Seguro de vida no Brasil cresce, mas 82% seguem desprotegidos - CQCS - Seguro de vida no Brasil cresce, mas 82% seguem desprotegidos. Dado da pesquisa da Fenaprevi sobre desproteção. Publicação: 25/05/2026.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a análise individual do seu contrato ou apólice. As condições variam por produto e seguradora — fale com um especialista antes de tomar decisões.