Veículos para Trabalho • Transporte de Cargas

Em 3 anos, o roubo de cargas foi de 9% para 28% das indenizações no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro concentrou 44% dos prejuízos nacionais com roubo de cargas no primeiro trimestre de 2026. Na série histórica de indenizações do estado, a participação desse tipo de sinistro saltou de 9% em 2023 para 28,4% no primeiro semestre de 2026. Veja o que isso muda para quem transporta carga.

Publicado em 11/09/2026 • Atualizado em 11/09/2026 • 3 min de leitura • Radar Amigo

Van de entregas representando o transporte de cargas.

O Rio de Janeiro concentrou 44% dos prejuízos nacionais com roubo de cargas no primeiro trimestre de 2026, segundo levantamento do setor de seguros de transporte, e respondeu por cerca de 40% dos roubos de medicamentos registrados no país no período. Mais revelador ainda é o histórico dentro do próprio estado: a participação de sinistros de roubo e furto no total de indenizações pagas por seguros de transporte no Rio subiu de 9% em 2023 para 11,6% em 2024, 15,7% em 2025 e 28,4% no primeiro semestre de 2026 — um salto de mais de três vezes em três anos.

Segundo Marcos Siqueira, presidente da Comissão de Transportes da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), "as quadrilhas passaram a atuar de forma mais seletiva, direcionando as ações para cargas de alto valor" — o que ajuda a explicar por que o prejuízo cresce mais rápido que o número de ocorrências. Rogério Bruch, da Fetransporte, confirma esse padrão de concentração das perdas no estado, reforçando que o cenário exige uma atuação mais estratégica de transportadoras e corretores na hora de desenhar a cobertura.

Quem transporta carga no Rio de Janeiro — principalmente itens de alto valor, como medicamentos e eletrônicos — está operando num cenário de risco que mudou rápido nos últimos três anos. Uma apólice contratada com base no padrão de sinistralidade de 2023 pode estar defasada frente ao risco real de 2026, com franquia ou limite de cobertura que não fazem mais sentido para o tipo de carga e rota percorrida.

  • Revise a apólice de transporte considerando o tipo de carga e a rota — não só o valor total transportado.
  • Se a carga é de alto valor (medicamentos, eletrônicos), confirme se a cobertura contratada acompanha esse risco específico.
  • Avalie investir em rastreamento e monitoramento da carga como complemento à apólice.
  • Atualize o planejamento de rotas com base em dados de risco atualizados, não apenas na experiência histórica da empresa.

A AMIGO ajuda transportadoras e motoristas que atuam no Rio de Janeiro a ajustar a cobertura de transporte de cargas ao cenário de risco atual — o que fazia sentido em 2023 pode não ser mais suficiente em 2026.

Transporta carga no Rio de Janeiro e não revisa a apólice há um tempo? Fale com a AMIGO. A gente avalia se a sua cobertura ainda acompanha o risco real da sua rota e do seu tipo de carga.

Falar com a AMIGO

Fontes consultadas

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a análise individual do seu contrato ou apólice. As condições variam por produto e seguradora — fale com um especialista antes de tomar decisões.